Posted by : Leo Coutinho quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Curiosidade: parece que foi ontem, mas há mais ou menos 12 anos o Iron Maiden lançava o primeiro álbum de estúdio após o retorno de Bruce Dickinson e Adrian Smith à Donzela.


Brave New World, lançado no final de maio de 2000 e cujo a música título é inspirada no romance homônimo de Aldous Huxley, é o Excelente álbum que marca esse feliz retorno, criando a até então impensável formação com a parede de 3 guitarristas: Adrian Smith, Dave Murray e Janick Gers. Essa formação, que eu gosto MUITO, perdura até hoje!

Resenha rápida: O álbum abre com The Wicker Man, faixa característica de abertura de album do Maiden e de shows também. Música rápida e com pegada mais forte, pra iniciar explodindo Mr. Adrian Smith mostrando seu cartão de visitas no retorno à banda. The Ghost Of The Navigator vem em seguida mantendo um peso do album.

Brave New World, a faixa tíulo, dá uma cadenciada no ritmo, mas ainda mantendo uma pegada forte, sendo quebrada por Blood Brothers, deliciosa balada que Steve "God" Harris escreveu em homenagem a seu recém falecido pai.

The Mercenary traz o Maiden de volta à vibe de Piece Of Mind, uma música com pegada firme do início ao fim. Dream Of Mirrors é uma longa música com a característica que o Maiden tem maetria em fazer: climatizar suas canções. A música passeia por vários cadências e explode com um bom solo de Janick. The Fallen Angel é uma música injustiçada que ficou fora das turnês (ou quase isso, pois foi executada em alguns poucos shows) e é uma música fenomenal com ótimos solos dos 3 Amigos!

The Nomad é outra música com atmosfera própria. Sua temética egípcia fica evidente na melodia da guitarra do Mestre Dave Murray. Out Of The Silent Planet é uma música pesada, mas confesso que acho a mais fraca e dispensável do album, embora eu nunca pule essa faixa quando ela começa a ser executada no meu player.

O album se encerra com The Thin Line Between Love And Hate. Não podia ter sido melhor. Essa música tem uma pegada perfeita e melodia magistral! E se encerra com o Nicko soltando suas gracinhas nas gravações, com um belo "I fuckin missed it". Uns acham que a gravação está lá pra registrar um "erro" dele no final da música, mas pra mim ele só tá dizendo o quanto estava com saudade dessa vibe do Maiden!

Enfim... Só salientando que o retorno do Bruce e do Adrian foi em 99, festejada com uma rápida turnê chamada Ed Hunter Tour, que rendeu um jogo pra PC e executou os grandes clássicos da banda, junto com algumas boas músicas da fase Blaze Bayley, como Futureal. E também que a tour do Brave New World passou pelo Brasil e foi registrado em DVD na apresentação da banda no Rock In Rio 3, que eu estava presente e humildemente apareço de costas no segundo DVD (vídeo A Day In The Life)!

Isso tudo me faz perceber que o tempo não passa rápido: ele voa!

{ 2 pingada! }

  1. Excelente resenha! Essa volta foi o melhor desfecho possível para os problemas que aconteceram com os desentendimentos do Bruce com o Steve e a m... que o Adrian fez ao sair, na minha humilde opinião. Sem rebaixar o trabalho de todos quando eles estavam separados, eu duvido muito que eles tivessem conseguido levar o Maiden até aonde ele chegou se não estivessem juntos. Podemos ver isso claramente nos albuns X do Iron (the X Factor e Virtual XI, os piores na minha opinião de fã do Bruce rs) e o Bruce solo "acolhendo o Adrian", que foi bom, mas nem de longe como o trabalho da nossa donzela. Up the Irons!

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    1. Esse álbum pra mim é o melhor desde o retorno dos dois. Sempre disse que ele é equiparável ao Golden Years. Gosto muito!

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